quarta-feira, 22 de junho de 2022

Dia da Enfermagem

Dia da Enfermagem Por Eleutério Gouveia Sousa Heróis anônimos e abnegados e que são a linha de frente da Mediina Eles e elas são os primeiros na nobre arte de curar (Enfermeiros e enfermeiras, anjos anônimos) "E o meu servo será curado!" Esta frase tem milhares de anos ... Desde que um oficial romano se dirigiu a Jesus... Com toda confiança que lhe ia na alma... - E o servo foi curado! Perante o mistério das enfermidades nos sentimos apequenados, indefesos e muitas vezes só um milagre nos ajuda... Os enfermeiros e enfermeiras são anjos que, com sua competência, carisma, carinho, e um toque de amor ajudam na cura das pessoas... Os vemos silenciosos, cuidando de pacientes à sua guarda... São a mão direita dos médicos, a ponte que leva à confiança de cura... E quando a pessoa se restabelece, não há maior alegria do que sentir que seu trabalho foi recompensado... Que mais dizer dos enfermeiros e enfermeiras? "Florence Nathingale" dos nossos dias, essa sua patrona inglesa do Séc XIX, deve ser sua inspiração e modelo sem esquecer a nossa Anna Nery, da época do império . Nas suas mãos chegam vidas, esperança, pessoas desvalidas à espera do amor de outro alguém. Os enfermeiros e enfermeiras sentem como quaisquer pessoas, insegurança, medo, alegria e dor e, nos piores momentos se fazem fortes, corajoso Procedem com ética, prudência, coragem e amor e Mesmo conhecendo a imperfeição humana Tratam os pacientes com atitude heroica, e acima de tudo o amor prevalece.... Muitas vezes tornam-se heróis anônimos Deixando sua vida, seus familiares Para socorrer membros de outras famílias São o caminho para a cura... E com muita ternura ajudam a saúde como anjos em nossas vidas... (Este texto é uma homenagem ao Corpo Clinico do Hospital do Câncer de Londrina onde presenciei o profissionalismo de todos seus integrantes, sobretudo o Corpo de Enfermagem, atendentes e todos quantos me ajudaram... Um carinho especial para os fisioterapeutas em especial a Julia Porto por sua abnegação no exercício da sua profissão.... Eleutério Sousa egsmadeira@gmail.com
Poesia intimista, bem ao gosto de uma linda poetisa.... Me faça companhia Senta aqui comigo e me faça companhia no café. Fala-me de sua vida, mas, Não estranhe, se por acaso eu chorar. A vida foi dura comigo, ao meu coração negou abrigo, e deu-me a solidão para seguir comigo. É neste vazio que seguimos de mãos dadas, chorando nossas mágoas por estas estradas de encontros desarmonizados. Me faça sorrir, conta-me piadas, fale de flores orvalhadas, de seus aromas e cores e das borboletas coloridas e pássaros dourados, que brincam sem se preocupar com o orvalho da madrugada. Não me fale de dissabores, nem desamores! Quero sorrir, mesmo que em peito, só haja prantos e dores. Olha em meus olhos, Acenda neles a luz que se apagou. Toca em minha mão, para que o teu calor aqueça meu coração. Não vá embora agora! Fica mais um pouquinho, sua presença é meu vinho, me embriaga e me deixa leve Voando como plumas ao vento... Há tanto tempo esperei este momento... Não me deixe sozinha, novamente. Leonice Teixeira

sábado, 21 de maio de 2022

Promontório da Saudade (Ponta do Pargo) Qual navio enorme enfrentando tempestades, ergue-se, impávido, o Promontório. Do alto, o farol incandescente deixa no ar um brado intermitente exalando saudades!... Saudades que moram além do mar para lá do horizonte com seus medos e seus mistérios que se querem postergar... Ah! Minha terra querida, repousas em meu coração, em meus sonhos e pensamentos vejo-te em imagem garrida, em lágrimas incontidas, desafiando os meus tormentos. Será que terei a felicidade de desatar o encanto de rever-te, minha terra, e de aí enxugar o meu pranto? Ah! Saudade, que me queres matar! Eleutério Sousa

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Hino de Nossa Senhora de Fátima

Hino a Nossa Senhora do Rosário de Fátima Por Eleutério Gouveia Sousa (Leitor do Jornal), em 2020/02/29 102 leram | 0 comentários | 15 gostam A Fé se manifesta amorosamente à Mãe do Céu Viemos contentes, Com muita alegria, Visitar a Virgem Com muito amor... Nossa Mãe Maria Nos vela e protege, Louvemos, louvemos A Mãe do Senhor... Nos desertos da vida Ela nos protege, Na dúvida atroz Ela nos fortalece... Confiai na Mãe Ela nos guia... Dai-nos a bênção, Oh Mãe querida... Nossa Senhora Aparecida... Por colinas e vales Que o Sol acaricia Andamos com muita fé... Pelas mãos de Maria A Virgem de Nazaré... VIEMOS CONTENTES... A mensagem de Maria Vem do coração, No silêncio, na ternura, Com amor e devoção.. Desgarrados, nos leva Com carinho, pela mão... Nos leva a Seu Filho, Que também é Nosso Irmão... Te bendizemos, Mãe Querida, Protege nossa nação... Senhora da Conceição, Minha Mãe Aparecida

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

 HOMENAGEM À ÀFRICA DO SUL

....Um Coração de ouro que palpita
Em uma Terra mágica, varonil....
Prados risonhos que sustentam
as gentes desta bela nação....

Lar de muitos povos....
Que se dão as mãos....
As lágrimas de sangue do passado
Se entrelaçam em união!

Esquecer um coração ferido,
Amargas injustiças recentes,
são como lágrimas pungentes....

Cativas de um doloroso fado....
Que soam de velhos tambores,
Que esmorecem em récios batuques

Ecoando por montanhas e vales.....
como rugidos desesperados!

ÒH  bela terra austral
Sonho e lar de emigrantes....
de todos os confins da terra.

Sejas Mãe amiga 
velando como filhos
aqueles que deste a mão...
Que vivam todos como irmãos....

quinta-feira, 30 de julho de 2020

A política explora o Brasil

Fonte: Diário do Comércio

A política explora o Brasil
Vou tratar de um assunto que não é novidade, mas poucos atentam para o tamanho da impertinência que isso tem. Falo dos valores destinados, saídos dos cofres públicos, arrancados de você, na forma de escorchantes impostos e taxas, que alimentam os fundos partidários e eleitorais.

Partidos políticos e os políticos, ao menos a maioria, tornaram-se imensos balcões de gerenciamento ou somente gastos do dinheiro público. Em favor deles próprios, usando a população como argumento de convencimento.

Pelo item da transparência pode-se obter no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os valores, ainda que referentes a 2018, do Fundo de Financiamento de Campanhas. Imagine-se o quanto cresceu em 2020.

Pelos valores que recebem os partidos políticos, como se verá na tabela abaixo, oficial, da eleição anterior, são um mundo de dinheiro desviado das necessidades da população brasileira, para sustentar quem dela se utiliza como argumento para levar uma vida paralela aos desejos e necessidades de quem os sustenta.

Uma vergonha.

Partidos sem expressão nenhuma, sem representatividade, recebem dinheiro público para financiar a si e seus candidatos, num desperdício de prioridades e criação de vidas mansas de arrepiar.

  
Qualquer que seja a justificativa para a existência dessas aberrações de fundos, e mais, os argumentos para desacreditar a crítica, sempre usando a democracia como pano de fundo, não passa de “narrativa” construída para a população brasileira seguir sendo chapinhada por uma categoria de arrogantes e presunçosos, que formaram sua casta de privilégios e exploram a boa vontade e a ignorância da massa da população, mantida na falta de educação e conhecimento para seguir sendo massa de manobra dos salvadores da pátria (deles). 

Quantas e quantas oligarquias, famílias, grupos, vivem do esforço do trabalhador brasileiro, utilizando os fundos políticos como forma de sustento de suas atividades políticas e pessoais e, é lícito supor, profissionais.

Ver os valores de cada partido dá engulhos. Porque todos eles são também sustentados pela população em seus salários, mordomias, penduricalhos e tudo que inventam para ficarem ricos à custa do sacrifício dos que neles votam cheios de fé e esperança e só recebem migalhas. Quando recebem, na forma de maus serviços públicos, leis de privilégios.

Imagine o leitor o quanto de dinheiro não é desperdiçado para sustentar as tão faladas instituições, os poderes públicos. Não sou contra sua existência, mas o modelo de despesas atual não cabe mais no Brasil.

É preciso repensar o modelo com mais austeridade, controles, redução drástica de custos e empregos públicos derivados da política da troca de favores. Veja o quadro abaixo leitor. O valor de cada partido. Não merecem.
Se discordar, respeitarei.

Mas o modelo de gestão do estado brasileiro está anacrônico e acentua a divisão de renda e de classes no país. Veda oportunidades para o mérito e privilegia o corporativismo de forma absurda.


  Paulo Saab, jornalista, bacharel em Direito, professor universitário e escritor.


terça-feira, 30 de junho de 2020


Los flagelantes

No hay gente por las calles pregonando el fin de los tiempos, ni escritos apocalípticos, salvo los pronósticos económicos. Pero existe una autoflagelación en las redes sociales.



El movimiento de los flagelantes nació entre hambrunas y epidemias durante la Edad Media. Convencidos que esos males eran un castigo divino por la corrupción de las costumbres y los pecados de su conducción ,un grupo de personas de humilde extracción marchaban por las ciudades y caminos infligiendose lesiones y haciendo justicia por mano propia, a fin de castigar a los individuos y grupos que, según ellos, era los responsables de estas calamidades.
Un grupo de flagelantes se fue separando del cristianismo. Creian que la conducción de la iglesia era la causa de la furia divina que nos llevaría al fin de los tiempos.
Esta actitud mereció la condena de Clemente VI en su bula Inter Sollicitudines de 1349. Pronto estos flagelantes que acusaban a los judíos de ser los culpables de la peste, se vieron comprometidos por la persecución de la Iglesia que los acusaba, a su vez, de haberse convertido en una banda proclive a la rapiña y las agresiones. Ellos eran los causantes de la ira divina.
Si bien fueron condenados por el Concilio de Constanza (1414), la costumbre de marchar flagelándose continuó en Italia, en España y en Brasil, donde eran tolerados por la Iglesia, no así en Alemania y Europa del este, donde se manifestaban contra el poder terrenal del Vaticano y eran excomulgados y perseguidos como herejes.
En Rusia tomaron una forma particular, los jlystì que infligían la tenue línea entre la autoflagelación y el placer ya que aquellos que lo practicaban solían concluir sus encuentros con orgías. El más célebre de sus miembros fue el monje Rasputín. Otro grupo dentro de los flagelantes rusos sostenía que la salvación estaba en la castración... 
¿Que ha quedado del espíritu de los flagelantes que marchaban en multitud por los caminos medievales, golpeándose la espalda y también ejerciendo por mano propia lo que creían era la justicia de Dios? Quizás no se expresen de forma tan descarnada ,pero podemos adivinar su presencia en esta pandemia covid-19.
LATIGO EN MANO
En este contexto, estando prohibido circular por las calles látigo en mano, existe una tendencia a la autoflagelación digital, llevando el recuento de muertos e infectados, analizando el ranking de países que con más óbitos o contagios, esperando el reporte en vivo y en directo de las víctimas, o escuchando largas explicaciones sobre el síndrome de Kawasaki (afección a la piel que recientemente se ha detectado en unos pocos niños afectados por el covid-19). 
Parte de la flagelación es escuchar tasas de mortalidad y curvas de contagio, cuyo pico se va corriendo a medida que la cuarentena se extiende y comienza el invierno, temporada propicia para la trasmisión del virus.
Otra forma de flagelación es escuchar las distintas posibilidades terapéuticas, las opciones de una vacuna que se hacen en China, otra en Israel, una en Alemania, otra en Estados Unidos y hasta una que se hace en el país. La vacuna se ha convertido en el Santo Grial, la solución a nuestros miedos que solos se resolverán mágicamente con su llegada... 
Sin embargo, se debe entender que para que llegue a usted y a millones de personas en el mundo deberá tardar meses en que se prepare, reparta y aplique, y para entonces (Dios no quiera) el virus puede haber mutado... 
Todos los años la vacuna de la gripe se hace con las cepas del año pasado, pero la efectividad no es total ya que raramente supera el 70%.. Es difícil saber cuál será su utilidad, pero cuando se siembra el terror también hay que sembrar esperanzas, como proponía Orwell en 1984...
INCERTIDUMBRE
La prolongada cuarentena se ha convertido en una flagelación, creando incertidumbre sobre la salud de los individuos y sus seres queridos, sobre su economía, sobre su trabajo, sobre la seguridad de la familia y el destino del país (que ya estaba condenado de antemano y solo prolonga la agonía aprovechando el pandemonio de la pandemia para evitar el décimo default de nuestra economía).
Está pandemia crea el miedo no solo de su prolongación sino de su repetición. En lo que va del siglo hemos tenido varias pandemias. La del SARS, del MERV, la gripe porcina, la aviar y el sida -que en estos días paso segundo plano- ¿Qué posibilidades existen de que un virus más dañino haga su aparición?
Hemos tenido la suerte que este covid-19 comprometa fundamentalmente la vida de adultos y no de niños, como fue la poliomielitis y la viruela o el sarampión en su momento. ¿Sería muy descabellado pensar que una pandemia por otro virus se propagase en un futuro no muy lejano?
La idea de la autoflagelación está íntimamente ligada a una percepción mileranista. El apocalipsis está a la vuelta de la esquina y solo el castigo autoinfligido puede salvarnos, porque somos frágiles, volubles y corruptibles... Hemos querido domar a la naturaleza y ella nos devuelve una partícula infinitesimal que nos muestra nuestra debilidad.
No hay gente por las calles pregonando el fin de los tiempos (aunque hay quejas sociales, como es de esperar después de las pestes), ni escritos apocalípticos (salvo los pronósticos económicos) lo que probablemente este marcando el alejamiento de la religión de las personas, más atentas a Netflix que al próximo sermón, más esperanzadas en la vacuna y los adelantos científicos que, en la prédica de ayatolas, sacerdotes y rabinos. La pandemia creó comuniones de flagelantes que no abandonan sus hogares, pero protestan por la suerte perra que les ha tocado vivir.
Parte de la flagelación es escuchar tasas de mortalidad y curvas de contagio, cuyo pico se va corriendo a medida que la cuarentena se alarga.